6. VIDA PROFISSIONAL

 

 

6.3 BANCO NACIONAL 

Theophilo de Azeredos Santos 

Coleção Gente 

  Pág. 10
   

"...Como contador de casos e cronista de sua época, faz da entrevista um prazer para seus ouvintes e para si próprio. Theophilo conhece praticamente todos os homens importantes, assim como muitos anônimos, de seu tempo. Lembra, por exemplo, da composição dos tribunais federais de há quarenta anos, assim como do nome de clientes e colegas da época de seu tio José Magalhães Pinto, do Banco Nacional, ou de seu primo José Luiz Magalhães Lins, que considera um banqueiro exemplar."

 
  Pág. 45
 

"... No Rio, trabalhava com meu tio e com meu primo, José Luiz Magalhães Lins, que numa determinada época foi considerado o banqueiro mais eficiente do mercado, e também o de maior simpatia, na opinião dos clientes e da comunidade bancária. Ele costumava chegar no banco às sete horas da manhã, e jamais saía antes das dez da noite. Começou lá embaixo e foi subindo sempre, por meio próprio."

 
  Pág. 46
 

"... Sua função era a principal e, sem dúvida, foi quem deu arranque ao banco para que se transformasse num dos maiores do País. Através dele, num dado momento, o Banco Nacional se tornou um sério concorrente, no Rio, do Banco Boavista, da família Guinle de Paula Machado, que era uma notória instituição carioca. Dizia-se no mercado: “Só quem pode concorrer com o Boavista é o Zé Luiz”."

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