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“... Luiz Carlos Barreto
acreditou na possibilidade de Roberto Farias e, juntos, meteram mãos à obra no
argumento e na produção de Assalto ao trem pagador. O roteiro foi completado por
Farias com ligeira supervisão de Alinor Azevedo. Luiz Carlos Barreto, com o
projeto nas mãos, interessaria ao banqueiro José Luiz Magalhães Lins. O
negócio foi fechado em co-produção de Herbert Richers. O maior sucesso de
bilheteria do ano, no mercado interno; vendas boas no mercado estrangeiro. A
maior fé no negócio fez com que José Luiz Magalhães Lins financiasse
outros filmes brasileiros: Luiz Carlos Barreto projetou e executou Garrincha,
alegria do povo e Vidas Secas. Depois de Roberto Farias, visava dois outros
diretores de talento: Joaquim Pedro e Nelson Pereira dos Santos”.
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