Glauber Rocha, Cinema,
Política e a Estética do Inconsciente
Raquel Gerber
Pág. 239
“... E eu resolvi nem procurar o José Luiz, pois não
me interessava dar explicações hipócritas. Deus e o Diabo era violento, a
responsabilidade era minha. E o fato de Lacerda não ter gostado e ter perseguido
era até um bom sinal para o caráter do filme”.