“José Luís fez, então, muito mais que me emprestar o dinheiro que eu
precisava. Falou, demoradamente, de sua filosofia de operar, de seu empenho em
diluir os riscos de sua organização bancária, em franca expansão, emprestando
parcelas cada vez menores a número de clientes cada vez maior”.
“...José Luís abriu-me o seu livro, falou de seus planos futuros, cortou
o espaço com um gesto largo estendendo os braços para cima, como a indicar que
suas ambições abrangiam o Brasil inteiro.” “... quando saí de seu banco, trazia
não apenas o dinheiro para compra das impressoras, de que eu tanto necessitava,
mas também um caderno cheio de anotações para uma reportagem interessantíssima.
Estabeleceu-se, assim, uma sólida amizade, cheia de compreensão e respeito
mútuos”.
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