"... o Cinema Novo alimentou-se de Euclides da Cunha, Portinari, Villa-Lobos, Gilberto Freyre, Josué de Castro, José Lins do Rego, Guimarães Rosa, Graciliano Ramos, Nelson Rodrigues, Mário de Andrade, Lúcio Cardoso - para se ver como o Cinema Novo era chique. Mas alimentou-se também, mais do que devia, de Jean-Luc Godard, o que fez o público guardar uma distância ainda maior dos filmes. Estes empolgavam os críticos estrangeiros e colecionavam prêmios em festivais, mas mal se pagavam por aqui.
Cada filme era um parto para ser rodado e muitos deles não teriam existido se não fosse pelo Banco Nacional, leia-se
José Luiz de Magalhães Lins, em empréstimos a perder de vista."
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